sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Língua Italiana


Título: Il Piccolo Principe
Língua: Italiano
Tradutor: N. Bompiani Bregoli
 
Editora: Bompiani
País: Itália
Data da publicação: 2013
Doação:
ISBN: 978-88-452-7254-7

Les trésors du Petit Prince



Título: Les trésors du Petit Prince
Língua: Frances
Editora: Grund

País: França
Data da publicação: 2014
Doação: Alberto Piris
ISBN: 97823244008408








Língua Espanhola Colombia

Título: El Principito- Le Petit Prince
Língua: Espanhol
Tradutor:
Editora: PispirispisMarcela Echeverri & Helene Emillie Merlette

País: Colômbia
Data da publicação: 2015
Doação:  Júlio Cesar
ISBN: 978-958-58739-40

Língua Alemão

Título: Der Kleine Prinz
Língua:Alemão
Tradutor: farbige, schwarzweisse Abbildungen
Editora: Karl Rauch
País: Alemanhã
Data da publicação: 2014
Doação: Júlio Cesar

ISBN: 978-3-7920-0056-7

Língua Tcheca



Título: Maly Princ
Língua: Checa
Tradutor: Jiřího Zaka.
Editora: Fortuna Libri
País: Praga
Data da publicação: 2015
Doação: Júlio Cesar

ISBN: 978-958-58739-40
Doação: Júlio César
ISBN: 9788073219307

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O Pequeno Príncipe Descobre o Mosteiro



Língua:Portugês
Autor: Dom João Baptista Barbosa, OSB e Sandra Witkowski
Editora: Cosmos
País: Brasil
Data da publicação: 2016
Doação: Osmar Mendes Junior

ISBN: 978-85-68800-06-5



O que aconteceria se o Pequeno Príncipe surgisse no Mosteiro de São Bento, em São Paulo? O recém-lançado livro "O Pequeno Príncipe Descobre O Mosteiro" faz a relação entre os ensinamentos passados por Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, e São Bento com sua regra no século 6. "O Pequeno Príncipe traz uma mensagem universal de paz e de amor que transparece para toda a humanidade", explica o monge Dom João Baptista Barbosa, um dos autores do livro. Ele assina a obra junto de Sandra Witkowski, filósofa que há 16 anos estuda os ensinamentos do santo. Além da análise elaborada pelos dois autores, o livro traz em seu anexo o texto original de Saint-Exupéry e a Regra de São Bento na íntegra. Os autores acreditam que a obra seria aprovada por Saint-Exupéry, que morreu um ano depois de publicar "O Pequeno Príncipe". "Ele era extremamente religioso, estudou em colégios jesuíta e marista, era uma pessoa repleta de Deus. Você percebe isso mais claramente em suas cartas e em outros escritos além de 'O Pequeno Príncipe' que é uma fábula", explica dom João, que conserva uma coleção completa de obras do autor francês na biblioteca do mosteiro, a mais antiga de São Paulo. "O próprio Saint-Exupéry falava que não deveríamos ler 'O Pequeno Príncipe' superficialmente. Então quisemos trazer a profundidade dessa obra à luz da regra beneditina, que é um texto que não é só para os monges, é para os leigos. É uma regra de vida tão simples e profunda como 'O Pequeno Príncipe'", completa Sandra. Dom João Baptista diz que o principal objetivo do livro, que pode ser livro por qualquer tipo de público, e não apenas os cristãos, é trazer o esclarecimento. "Uma das perguntas que mais ouço é 'O que é um monge?'. Alguns até têm medo da roupa preta, pensam que é o Batman. O monge é alguém que está em busca de Deus, assim como o Pequeno Príncipe", esclarece. "A ideia é que as pessoas também possam descobrir o mosteiro com a nossa obra", completa.
''O monge é alguém que está em busca de Deus, assim como o Pequeno Príncipe'' Dom João Baptista, monge beneditino
Há um ano e meio em domínio público, "O Pequeno Príncipe" pode ser explorado e modificado com a única condição que se dê o crédito ao autor original. A ideia para a adaptação partiu de Sandra, que frequenta o Mosteiro de São Bento desde 2000 e entrou para o grupo de oblatas oito anos depois. Os oblatas são pessoas comuns que seguem os princípios de São Bento e convivem entre os monges.

Moisés Moraes/Divulgação

sexta-feira, 1 de julho de 2016

O Pequeno Príncipe em Cordel



O Pequeno Príncipe em Cordel
Raimundo Clementino Neto
Livraria Nova Aliança, 2016
ISBN 978-8568200-80-3
Doação: Paulo Gilberto


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Exposição da Minha coleção do Pequeno Príncipe

Nos dias 29/30 e 1º de fevereiro, no Centro de Formação vicentina da SSVP, tive a oportunidade de apresentar a minha coleção para os jovens que participaram do Encontrão da Juventude do CMBH. Os participantes puderam se deliciar com a obra de Antoine de Saint-Exupéry e participar de uma oficina cujo o tema foi “Laços de Amizade” sob o olhar do Pequeno Príncipe.




























Fotos de Geraldo Guimarães

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Língua Veneta


Título: El Picio Principe

Língua:Dialeto Triestino
Tradutor: Valentina Burolo e Andrea Andolina
Editora: Programma
País: Itália
Data da publicação: 2015
Doação: Federico Bolle

ISBN: 978-88-6643-365-1

O dialeto Triestino (nome nativo Triestino [ˈ tenta tiŋ]) é um dialeto da língua veneta falada na cidade de Trieste e na província. Mas sua esfera de influência e aplicação parcial (com penetração e a contaminação do local falada) foi estendida em várias direções para além das fronteiras provinciais atuais. Este é um dialeto típico de veneto, que é um colonial "veneziano importado" que se enraizou na área somente relativamente recentemente.

IL PIÇUL PRINCIP








Título: Il Piçul Princip
Língua:Furlane
Tradutor:  Albino Manfredo
Editora: Programma
País: Itália
Data da publicação: 2015
Doação: Federico Bolle
ISBN: 978-88-6643-355-2


A língua friulana (furlan) possui literatura florescente desde o século XVI e a comunicação entre as variedades dialetais é compreensível.
As primeiras evidências do friulano, que remonta ao século XIV, são exercícios de tradução do latim e procedem da escola de Cividale. Também de Cividale, ainda que do final do século XIV, procedem os primeiros textos poéticos, duas canções marcadas pela tradição da lírica cortesã provençal. Talvez a mais antiga seja a lírica Piruç myó doç inculurit, escrita no anverso de uma ata datada de 14 de abril de 1380, provavelmente pela mesma mão que escreveu a ata. A primeira estrofe diz:
“Piruç myó doç inculurit
quant yo chi vyot dut stoy ardit,
Per vo mi ven tant ardiment
e sì furç soy di grant vigor
ch'io no crot fa dipartiment
mai del to doç lial amor
per manaço ni per timor
çi chu nul si metto a strit.
Piruç myo doç… ”
Outro documento dos finais do século XIV é uma canção no dialeto das planícies entre Udine e Isonzo, na qual uma moça (dumlo, do latim domn(u)la, dominola, diminutivo de domina) relata, em forma de diálogo, seu amor com um rapaz (infant, do latim infante(m) ). Começa assim:
“E la fuor del nuestri chiamp
Spes jo me chiat un biel infant…
(“E ali, fora de nosso campo
frequentemente me encontro com um belo rapaz…”)
O uso literário do dialeto começa no século XVI, quando Udine se converteu no principal centro cultural e promoveu sua língua vernácula convertendo-a no modelo da língua literária.

Há uma comunidade de falantes friulanos que vive na Romênia na região do delta do Danúbio desde o século XIX. Como a relação com outras variedades do reto-romance é fraca, muitos lingüistas negam essa conexão e o situam entre os dialetos do vêneto.