quinta-feira, 30 de março de 2017

Língua náuatle



ISBN: 978-607-95971-1-5
Ano de publicação: 2014
Publicado por: Estudos Mexicanos e Centro Americano - CEMACA
Lugar de Publicação: México
Tradutor: Refugio Sandoval
Doação: Alfons Artur Garcia Fue


O náuatle também chamado de asteca ou mexicano em sua fase clássica, é uma língua pertencente à família uto – asteca, usada pelos povos de mesmo nome e falada no território atualmente correspondente à região central do México desde pelo menos o século VII. No final do século XX, era falada por pouco menos de um milhão e meio de pessoas.
Na época da conquista espanhola do México, no início do século XVI, era o idioma dos astecas, que dominavam o México central durante o fim do período pós-clássico da cronologia mesoamericana. A expansão e influência do Império Asteca fizeram com que o dialeto falado pelos astecas de Tenochtitlán se tornasse um dialeto de prestígio na Mesoamérica deste período. Com a introdução do alfabeto latino, o náuatle também se tornou uma língua literária e muitas crônicas, gramáticas, obras de poesia, documentos administrativos e códices foram escritos nos séculos XVI e XVII. Esta língua literária baseada no dialeto de Tenochtitlán foi chamada de náuatle clássico e está entre as línguas mais estudadas e bem-documentadas das Américas.
Hoje em dia, os dialetos náuatles são falados em comunidades espalhadas na sua maior parte em áreas rurais. Existem diferenças consideráveis entre cada dialeto e alguns são mutuamente ininteligíveis. Todas sofreram diferentes graus de influência do espanhol. Nenhum dialeto moderno é idêntico ao náuatle clássico, mas aqueles que são falados no vale do México e nos seus arredores são geralmente considerados como mais próximos, linguisticamente, a ele. Sob a Ley General de Derechos Lingüísticos de los Pueblos Indígenas ("Lei Geral de Direitos Linguísticos dos Povos Indígenas"), promulgada no México em 2003, o náuatle, assim como outras línguas indígenas do México foram reconhecidas como lenguas nacionales ("línguas nacionais") nas regiões onde são faladas, ostentando o mesmo status que o espanhol.

O náuatle é um idioma com uma morfologia complexa, caracterizado por polissínteses e aglutinações, que permitem a construção de palavras longas, com significados complexos, a partir de diversos radicais e afixos. O náuatle foi influenciado por outras línguas mesoamericanas ao longo de séculos de coexistência, tornando-se parte da área linguística mesoamericana. Muitas palavras do náuatle foram apropriadas pelos idioma espanhol e passaram para centenas de outras línguas; em sua grande maioria, são palavras que designam conceitos nativos ao México central, que os espanhóis ouviram ser mencionados pela primeira vez em seus nomes náuatles, como, por exemplo, "tomate", "abacate", e "chocolate".

domingo, 26 de março de 2017

terça-feira, 21 de março de 2017

O Pequeno Príncipe da Editora Uirapuru

O Pequeno Príncipe é um dos livros mais vendidos em todo o mundo e em todos os tempos. Milhões e milhões de exemplares lidos por gente jovem, de corpo e de espírito, de todos os continentes. 

Ninguém escapa ao sonho de voar, de ultrapassar os limites do espaço onde nasceu, de ver novos lugares e conhecer novos povos. Mas saber ver em cada coisa, em cada pessoa, aquele algo que a define como especial, um objeto singular, um amigo – é fundamental.

Nesta edição publicada pela Editora Uirapuru é resgatada a obra-prima de Saint-Exupéry, o original francês Le Petit Prince publicado nos Estados Unidos, em 6 de abril de 1943. Época em que o aviador escritor se encontrava exilado em Nova York. Autorretrato e obra testamentária, fábula e conto filosófico que exalta a essência dos seres humanos e a necessidade de que respeitem o seu próximo, tenham responsabilidade pela vida visando à conservação da paz mundial.

Setenta anos após seu aparecimento, é a primeira vez que o leitor brasileiro terá em suas mãos o texto original numa tradução definitiva acompanhada das “Cartas de amor do Pequeno Príncipe a uma dama desconhecida”, manuscritos, esboços e desenhos preparatórios inéditos, traçando a excepcional história do nascimento da obra literária do século XX mais difundida no mundo.


Aguardem a o link da pré-venda.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Acabo de ler e gostei

O livro das Miss

Vai aí o link

http://www.socialistamorena.com.br/a-historia-de-um-duplo-preconceito/


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O Pequeno Príncipe em Cordel

O Que me encanta nas edições do Pequeno Príncipe (em várias línguas e dialetos) é o seu papel social, antropológico. Serve para não deixar morrer aquele dialeto, aquela língua. Serve para ensinar, para preservar... (Das cercas de 6000 línguas existentes no mundo, mais de 2500 estão ameaçadas, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).)

Sendo admirador e tendo conhecimento de que o nosso Pequeno Príncipe, foi traduzido para vários idiomas e dialetos, (Latim, Sânscrito, Guarani, Mirandês, Bretão e tantos outros) sempre achei que no Brasil onde não há um dialeto, o melhor seria publicar em Cordel. Cordel é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil.

Então há mais ou menos onze anos atrás, encontrei um amigo no finado “Orkut” que fazia Cordel, e lhe passei a ideia. Orkut foi uma rede social filiada ao Google, criada em 24 de janeiro de 2004 e desativada em 30 de setembro de 2014.

Imagina a minha alegria quando em 2015 saiu a publicação do livro.

Agora já são três versões em Cordel.

O Pequeno Príncipe em Cordel
Autor Josué Limeira
Ilustrações de Vladimir Barros
Editora: Carpe Diem

O Pequeno Príncipe em Cordel
Raimundo Clementino Neto
Livraria Nova Aliança, 2016

Cordel do Pequeno Príncipe
Autor: Stélio Torguato Lima
Ilustração: Maércio Siqueira
Editora de Cultura Ltda.
Ano: 2016