sexta-feira, 21 de junho de 2019

O Pequeno Príncipe em origami



As variações sobre o Pequeno Príncipe sempre me encanta.  Esta criação com os personagens em origami, ficou muito bonita. Uma produção da página:  El principito no es solo un libro para niños. no Facebook.
































terça-feira, 9 de abril de 2019

O Pequeno Príncipe no mosteiro



Depois do “O Pequeno Príncipe descobre o mosteiro”, da Editora Cosmos em 2016. Surge agora a versão infantil feita pelos mesmos autores, o monge Dom João Baptista Barbosa Neto, OSB juntamente com a oblata beneditina, Sandra Marina Witkowski, e ilustrações da artista Maria Cininha. Com o selo editorial Corvo Amigo. 

“O Pequeno Príncipe no mosteiro”, é uma incursão do nosso principezinho no Mosteiro de São Bento, onde em contato com os monges, aprende as virtudes da religião católica. 

O Pequeno Príncipe faz uma analogia das 7 virtudes: Prudência, justiça, fortaleza, temperança, fé, esperança e caridade, ensinadas pelos monges, com tudo que ele aprendeu nas suas viagens. 

Um livro que tranquilamente pode ser usado pelos catequistas para apresentar as virtudes aos alunos da catequese e também fazê-los se encantarem com o Pequeno príncipe. 

Em tempo: A primeira tradução, extremamente poética, feita do nosso Pequeno Príncipe em 1952, foi de um Monge Beneditino, Dom Marcos Barbosa.

quinta-feira, 7 de março de 2019

El Principito bay Gaturro



O Polêmico cartunista argentino Nik, (Cristian Dzwonik) nos apresenta o seu Pequeno Príncipe. Com o texto integral traduzido por Cristina Piña.
O que vale na verdade é a Ilustração. Seu traço característico navega por todos os personagens e alegra os nossos olhos.
O Gato (Gaturro) de bochechas grandes, se transforma no nosso Pequeno Príncipe e transita por todo o universo do livro.
Eu adorei as ilustrações. Minha esposa gostou dos carneiros. Minha neta (de seis anos) simplesmente falou: Nossa! é diferente!
Em várias partes do mundo, surgem ilustrações próprias do nosso amado Principezinho o que para mim, só enriquece o livro. Cada ilustração nos mais de trezentos idiomas e dialetos aproxima o público do seu falar. Para mim isso é rico.
Vejamos algumas ilustrações.





A Jiboia engolindo a fera

O Elefante dentro da Jiboia

O Retrato do Pequeno Príncipe


O acendedor de lampião


Deitado na relva ele chorou.


Marcando o encontro com a Serpente.


sábado, 9 de fevereiro de 2019

HUNSRIK

O hunsriqueano riograndense (em alemão: riograndenser Hunsrückisch) é um dialeto germânico, derivado do hunsriqueano, falado no estado do Rio Grande do Sul no Brasil 

Com a imigração alemã no Brasil, no decorrer dos últimos dois séculos, os dialetos alemães também vieram a se estabelecer como uma língua regional. Porém, algo curioso aconteceu: enquanto na Alemanha o alemão-padrão serviu para os falantes de diferentes dialetos poderem se comunicar, no Brasil, devido à ainda incipiente consolidação do alemão-padrão quando do início da imigração, esse papel foi desempenhado por um dialeto, o hunsriqueano. Existem duas hipóteses para esse fenômeno. A primeira porque a maioria dos imigrantes teriam vindo do Hunsrück, portanto seu dialeto predominou. A segunda porque o hunsriqueano apresenta traços intermediários entre os diferentes dialetos alemães, portanto serviu como um coiné entre falantes de vários dialetos. O que se sabe é que os imigrantes alemães no Brasil eram provenientes de diversas partes da Alemanha, portanto, os brasileiros falantes de hunsriqueano não necessariamente descendem de pessoas oriundas do Hunsrück.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Jornada nas estrelas


Você assistiu Jornada nas Estrelas?

Pois é...


O idioma dos klingons foi a primeira língua não-humana a ser elaborada no universo de Jornada nas Estrelas. Na série clássica, todos os personagens falavam inglês (não havia barreiras para a comunicação, por causa do tradutor universal) e portanto não havia motivos para colocar em cena as peculiaridades de um idioma alienígena. Mas no primeiro longa metragem da franquia, Jornada nas Estrelas: O Filme, decidiram incluir uma cena muito rápida no início, em que apareciam klingons falando algumas frases improvisadas em seu idioma-natal.

Quando o terceiro filme, À Procura de Spock, estava sendo produzido, tendo como antagonista um general klingon, seu idioma começou a ser elaborado com um vocabulário e gramática completos para que, quando falado em qualquer outro contexto na televisão ou no cinema, não fosse apenas um punhado de fonemas aleatórios sem significado. É um idioma único, extremamente diferente da maioria das línguas humanas em sua sintaxe e sua fonética. Marc Okrand, o linguista que sistematizou esse idioma fictício, teve o cuidado de elaborá-lo como algo realmente alienígena. Fez combinações de fonemas muito incomuns em qualquer língua humana e estabeleceu a ordem dos elementos das orações segundo o esquema mais raro dos encontrados na Terra.

Em 2018 o idioma dos Klingons ganhou vida com a publicação do Pequeno Príncipe (ta'puq mach) nesta língua artística criada pelo linguista Marc Okrand para os filmes baseados na série americana de televisão Star Trek.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

“Creio que ele aproveitou, para evadir-se, pássaros selvagens que emigravam...”



Os ilustradores brasileiros capricham nos desenhos de pássaros que vão levar o nosso principezinho em sua viagem pelos outros planetas.

Araras e pombas tomam lugar dos pássaros desenhados por Exupery.

Vejam alguns: 

Maurício de Souza colocou apenas duas Araras Azuis para ajudar o nosso Pequeno Príncipe a sair do seu planeta. 

 

Alicia Cuerva da Mariposa Cartonera, já inclui o Tucano, a Gaivota, a Ararinha azul e as Araras.



Pássaros estilizados, povoam o universo de Sandra Jávero na edição da FTD.



No traço de Veruschka Guerra, para a Editora Santuário, as pombas enchem o pequeno asteroide, para conduzir o nosso principezinho.




As pombas também chegam, pelas mãos do Vladimir Barros fazendo com o Pequeno Príncipe a viagem pelo texto, em cordel, de Josué Limeira.