quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Prazer de Ouvir



Depois do prazer de ler, o prazer de ouvir. A voz inconfundível de Paulo Autran é a do Narrador, Gloria Cometh faz o Pequeno Príncipe, Oswaldo Loureiro Filho, Margarida Rey, Benedito Corsi e Aury Cahet dão voz às outras personagens (alguns diálogos foram cortados, da viagem do Principezinho pelo universo só resta o Acendedor de Lampiões). A tradução é de D. Marcos Barbosa e a música que pontua a história, sem se impor, tem a marca de Antônio Carlos Jobim.
Primeiro foi lançado em Lp em 1957. E agora regravado em CD.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Inglaterra


Titulo: The Little Prince
Língua: Inglesa
Pais: Inglaterra
Editora: Wordsworth Editions Limited
Tradução: Irene Testot- Ferry
Ano: 1995
I.S.B.N: 978-185326-158-9

domingo, 26 de abril de 2009

O Pequeno Príncipe na Oca


Com início no dia 22 outubro de 2009 até Dezembro de 2009, com montagem de Daniela Thomas e Felipe Tassara, a mostra fará da Oca uma espécie de planeta do Pequeno Príncipe. O cenário será a recriação do universo que o menino encontra no deserto do Saara, com o avião, o aviador, a raposa etc. A “Caixa do Carneiro” será um enorme espaço com desenhos pouco conhecidos do autor, como um dos primeiros esboços do príncipe. Haverá projeções de longas de cujas filmagens ele participou, como “Night Flight” (1936), baseado em “Voo Noturno” e “Courrier Sud” (1937).

O PEQUENO PRÍNCIPE- EDIÇÃO GIFT


Preocupada em contribuir sempre para a perpetuação dos clássicos da literatura universal, a Ediouro acaba de preparar um presente para seus leitores. Trata-se da nova edição de “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry. Em formato gift, ficou parecida com o protagonista da história: pequena em seu tamanho, mas gigante em suas virtudes. Conheça ainda mais sobre este clássico que já foi traduzido para oitenta idiomas e cativou os mais distintos povos de todos os cantos do planeta. Nessas datas de aniversário, o pequeno planeta onde mora nosso príncipe volta a ficar bem perto da Terra. Será que o menino está de novo entre nós? O Pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino. "O essencial é invisível aos olhos" de adultos atropelados pelo tempo, pressionados pela velocidade da vida, invisível aos que abdicam a cada instante da poesia, de sua independência – da liberdade. A aparência, as necessidades criadas pela sociedade abafam a medula da vida e até a própria natureza fica, nessa correria, submetida à cultura da pressa. A natureza dominada e aculturada é posta a serviço de objetivos determinados e medidos, usada. Os homens não parecem mais livres para fruir apenas, para unir-se e compartilhar a beleza, espreguiçar o tempo, viver. Não se atrevem. O presente é menos que um segundo. Mas eis que a pureza de uma criança pode devassar novos caminhos e desvelar emoções e saberes trancados dentro dos homens apressados. O tempo dos pequenos é o futuro, ainda nem chegou. Para as crianças, o presente é o tempo de aprender vida: olhar, ouvir, perceber, tatear, sentir. Tempo de infindáveis e insistentes indagações. Presente, - e isso a criança então não sabe -, é tempo de construir um tesouro de alegria: infância. Pela mão desse menino o leitor recupera a meninice, abrindo uma brecha no tempo, volta a sentir o perfume de uma estrela, a ouvir a voz de uma flor, a ver o brilho de uma fonte, escutar os guizos das folhas batidas pelo vento. Quebra-se por momentos a crosta que generaliza o outro em todos e torna as coisas comuns e iguais para se descobrir os carneiros dentro das caixas, os elefantes dentro das serpentes. É possível então voltar a ver indivíduos, ouví-los, perceber seus sentimentos; ver cada coisa como única. Interromper as contas, abandonar por instantes os números que sufocam e entregar-se para cativar; estar disponível para ser cativado mesmo sabendo que o sofrimento está à espreita e aprender a apreciar a saudade. É possível saber que em algum lugar do deserto há um poço de águas claras escondido e que vale a pena procurá-lo enfrentando sede e calor para refrescar-se e saciar-se com o riso da água que corre. Reconquistar a tranqüilidade e a liberdade, deixar-se alagar pela beleza, apossar-se pouco a pouco da sabedoria e do discernimento do que seja o essencial. Voltar a seguir a coerência de seus princípios, suas crenças. Sonhar. Apesar da presença explícita de dois personagens e do registro de um diálogo entre o aviador e uma criança, diversos aspectos autobiográficos estão presentes nesta narrativa, publicada pela primeira vez em 1945. Através de imagens simbólicas, as passagens de ordem temporal, na vida do autor, estão ali presentes: casamento/separação, profissões, sonhos, decepções. Os dois personagens tornam-se representações do próprio Saint-Exupéry, em um monólogo interior entre o "eu" e o "outro".

O amor do Pequeno Príncipe


O livro O amor do Pequeno Príncipe: cartas a uma desconhecida é um inédito de Antoine Saint-Exupéry. Nele, o famoso autor de O Pequeno Príncipe nos revela uma bela história de amor, contada em cartas assinadas pelo seu personagem mais famoso. O livro traz, ainda, aquarelas inéditas, revelando imagens de um Pequeno Príncipe apaixonado.

O Pequeno Príncipe em Quadrinhos



Livro de criança? Com certeza. Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi um dia. O Pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância. De repente, retornam os sonhos. Reaparece a lembrança de questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíveis na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordações. O reencontro, o homem-menino. O clássico de Exupéry é agora adaptado para os quadrinhos por Joann Sfar

terça-feira, 21 de abril de 2009

Filipinas



Titulo: Ang Munting Prinsipe
Língua: Filipino
Pais: Filipinas
Editora: Claretian Publications
Tradução: Desiderio Ching (?)
Ano:1991
I.S.B.N: 971-501-488-7



Língua filipina
O filipino é um dos dois idiomas oficiais da República das Filipinas - o outro é o inglês. Mesmo assim, prevalece uma riqueza étnico-lingüística muito plural nesse vasto arquipélago-nação do sudoeste asiático, sendo que existe, de acordo com estimativas, quase uma centena de idiomas e dialetos espalhados pelas ilhas e ilhotas desse país. O filipino faz parte das chamadas línguas austronésias e está principalmente baseado no tagalo.
Embora o idioma filipino tenha os seus fundamentos no tagalo, uma língua nativa predominante da região de Manila, ele também sofreu fortíssima influência do espanhol, justamente por Manila ter sido a sede da ocupação espanhola, a qual durou mais de trezentos e trinta anos.
As influências ibéricas foram tão fortes que, por exemplo, ainda hoje a maior parte da população das Filipinas é católica, mais de oitenta porcento. Na linguagem, para citar um exemplo específico, quando as pessoas se encontram em seu dia-a-dia, elas freqüentemente se cumprimentam com um saudoso "Como está (pare)?" ou "Como está (mare)" ou mesmo "Como está (pogui)", etc... (dependendo com quem estão se encontrando, um amigo, amiga, um chará, etc...). Então, fica mais do que evidente a existência de vínculos culturais notáveis entre os/as filipino-falantes e as pessoas de cultura ibérica ou mesmo latino-americana.
Durante boa parte da primeira metade do século passado, a presença dos Estados Unidos nas Filipinas e, com isso, a implantação de um sistema educacional baseado no modelo norte-americano, fez com que também a língua inglesa viesse a ter forte influência no idioma filipino e na cultura do país. Como conseqüência, fala-se hoje da existência de um dialeto informal - o tanglish (de "Tagalog" ("tagalo") ou "Filipino" misturado com "English" ou "inglês").
O idioma e a cultura das Ilhas Filipinas também absorveram marcantes influências de culturas, etnias e idiomas de povos com os quais praticaram o comércio antes do período do colonialismo espanhol (por exemplo árabe, chinês e outras línguas asiáticas).
Hoje os cidadãos e cidadãs filipinos/as levam o seu idioma nacional filipino por todos os continentes do mundo, especialmente nos países mais ricos da Europa, América do Norte, Oriente Médio e da Ásia onde a mão-de-obra nacional tem um custo mais elevado do que na maioria dos países do mundo, especialmente em sua nação de origem.
Nos Estados Unidos, cidades como Nova York, Los Angeles, San Francisco e Seattle possuem notáveis comunidades de imigrantes e/ou descendentes de pessoas da República das Filipinas. Em certos países do mundo fala-se da existência de trabalhadores estrangeiros, inclusive de pessoas das filipinas, que estariam trabalhando em condições servis ou semi-servis (especialmente em países do Oriente Médio).

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Latim


Titulo: Regulus
Língua: Latim
Pais:
Editora: Harcourt
Book,
Tradução: Augusto Haury
Ano:2001
ISBN: 978-0-15-601404-5

Portugal


Titulo: O Principizinho
Língua : Português
Pais: Porugal
Editora:
Tradução:
Ano:

Argentina


Titulo: El Principito
Língua: Espanhol
Pais: Argentina
Editora: EMECE
Tradução: Bonifacio del Carril
Ano:2007
I.S.B.N: 978-950-04-2640-4