sexta-feira, 31 de julho de 2009

Há 65 anos moria o Pai do Pequeno Principe Homenágem do Livreiro


Reconhecido pelas diferentes facetas de jornalista, escritor e aviador, Antoine Saint-Exupéry é hoje um dos nomes mais conhecidos da literatura mundial. Seu O pequeno príncipe é traduzido em mais de 200 línguas, um recorde no mundo da edição, e o segundo livro mais lido entre todos os títulos aqui de O Livreiro. Mas além do talento para a literatura, sua morte misteriosa acabou fundamentando o mito do escritor aventureiro, segundo matéria do jornal português Diario de Notícias. Em 31 de julho de 1944, em plena Segunda Guerra Mundial, os radares da Resistência perderam o rastro do avião Lightning P38 que Saint-Exupéry pilotava. Só no ano passado se soube o que aconteceu. Horst Rippert, um alemão de 88 anos, admitiu ter abatido a aeronave. As investigações não esclareceram as circunstâncias precisas do desaparecimento, mas o fato é que o avião realmente caiu no mar.Mas o mais incrível é: em 1998 um pescador encontrou nas suas redes uma pulseira que pertenceu ao escritor. As descobertas não acabam aí: seis anos mais tarde foram encontrados, ao largo da costa de Marselha, restos do avião. Mais detalhes na matéria do G1.Porém o fim do mistério não diminuiu o sucesso que Saint-Exupéry faz por todo o mundo, como informa o jornal Le Figaro. No Japão, por exemplo, 400 mil pessoas visitam anualmente o Museu do Pequeno Príncipe, na região de Hakone, no sul de Tóquio.Em homenagem à data, o Le Figaro antecipa que, a partir desta sexta-feira (31) entra em cartaz na cidade de Marseille a exposição Saint-Exupéry: Invitation au voyage (Convite à viagem). No site da cidade de Marselha, você pode assitir à homenagem que o governo francês fez para o escritor na manhã do dia 30 de julho, quando aviões cruzaram o céu para lembrar a data.
Como eu gostei desta matéria eu copiei na íntegra.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

ALEMANHÃ



Titulo:Der Kleine Prinz
Língua:Alemã
Pais: Alemanha
Editora:Karl Rauch Verlag, Düsseldorf
Tradução: Grete und Josef Leitgeb
Ano:1988
ISBN:978-3-7920-0025-0
Doação: Maria Helena Olieira/Carla Lúcia Ramos Machado

terça-feira, 30 de junho de 2009

LITUANIA

Titulo: Mazasis Princas
Língua: Lituano
Pais: Lituania
Editora: ALma Littera
Tradução:Pranas Bieliauskas
Ano: 2008
ISBN:9789955089629
Doação:
A Língua Lituana

A Língua Lituana é um idioma da família das línguas bálticas (neste momento existe lituano e letão, a terceira língua prussa morta). Lituano é o idioma oficial da Lituânia e é uma das línguas oficiais da União Europeia.
É considerada a Língua mais arcaica das Línguas indo-europeias vivas. Tem mais de três milhões de falantes.
O Lituano é comparável na sua antiguidade ao latim e ao grego antigo, só que ao contrário destas Línguas é uma Língua viva sendo assim estudada por muitos linguistas. As formas gramaticais de lituano têm muitas qualidades que todas as Línguas antigas indo-europeias costumavam ter, algumas das formas são ainda mais antigas.
O alfabeto é composto por 32 letras:
Aa Ąą Bb Cc Čč Dd Ee Ęę Ėė Ff Gg Hh Ii Įį Yy Jj Kk Ll Mm Nn Oo Pp Rr Ss Šš Tt Uu Ųų Ūū Vv Zz Žž
Lituano mantém muitas palavras das Línguas clássicas, por exemplo, Sânscrito. Pensa-se que estas palavras descenderam do Proto-Indo-Europeu. Alguns exemplos (Lit. – lituano, Lat. – Latim, Sct. – sânscrito):
Lit. e Sct. sūnus (filho)
Lit. e Sct. avis (ovelha)
Lit. dūmas e Sct. dhumas (fumo)
Lit. antras e Sct. antaras (segundo, outro)
Lit. vilkas e Sct. vrkas (lobo)
Lit. ratas e Lat. rota (roda)
Lit. senis e Lat. senex (homem velho)
Lit. vyras e Lat. vir (homem)
Lit. angis e Lat. angis (serpente)
Lit. linas e Lat. linum (linho)
Lit. jungiu e Lat. iungeo (eu conjunto)
Lit. gentys e Lat. gentes (tribos)
Lit. mėnesis e Lat. mensis (mês)
Lit. dantys e Lat. dentes (dentes)
Lit. naktys e Lat. noctes (noites)
Lit. sėdime e Lat. sedemus (estamos sentados)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Antoine Jean-Batiste Marie Roger De Saint-Exupéry

No dia 29 de junho de 1900, em Lione (França) Exupery nasce de uma família aristocrata: seu pai Jean de Saint-Exupéry era inspetor de Seguro e sua mãe Marie Boyer di foscolombe (1875-1972), pintora de talento.
Órfã de pai aos quatro anos foi criado com muito amor pela mãe que votou a casar-se em Le Mans, em 1909.
Teve uma infância muito feliz, talvez um pouco vigiada, na grande casa de Saint Maurice de Rémens, de estilo clássico no centro de um parque de árvores: um pequeno príncipe, portanto.
Antoine, entre os seus companheiros de brincadeiras era o mais fantasioso, prepotente e aventureiro.
Exupéry estudou com o irmão Francisco no colégio di Notre-Dame-de-Sainte-Croix, dirigido por padres jesuítas.

Um ponto decisivo na sua vida foi em 1921 quando parte para o serviço militar e é mandado para Strasburgo para tornar-se piloto. Em 9 de julho de 1921 ele fez o seu primeiro voo solitário a bordo de um Sopwith F-CTEE.
Tira o Brevê de piloto em 1922, e retorna para paris onde começa a escrever. Mas é uma época triste. Nesta época trabalha em diversas áreas, inclusive como contador e vendedor de carro.
Em 1929 Saint-Exupéry si transfere para a América do Sul para transportar as cartas através dos Andes.
È o famoso período do correio aéreo.
Depois da invasão da França na segunda guerra mundial Saint-Exupéry entra na aviação militar, e cumpri diversas missões de guerra, apesar de ser considera inabilitado para voar por causa das muitas doenças. No entanto ganha a insígnia da Cruz de Guerra.
Foi batizado como “herói romântico”, um homem distante, quase irreal, por causa da sua vida aventureira ou por causa da sua morte, em circunstancias misteriosas, com a idade de 44 anos.
Em 31 de Julio de 1944, parte para a nona e última missão, com o objetivo de sobrevoar a região de Grenoble-Annecy.

Não voltou mais, foi dado como perdido e não se sabe mais nada. Entre as diversas hipóteses formuladas, a mais sugestiva disse que caiu no mar por causa de uma pane no motor enquanto tentava fugir do foco dos aviões de guerra alemão. Depois de ter se distanciado da rota pré estabelecida para dar uma saudosa olhada ao lugar da sua adorada infância.
Antoine foi um idealista, um piloto corajoso, um homem de grande paixão com uma vida sentimental atormentada e infeliz. O que restou de extraordinário não foi a sua vida, e nem mesmo a sua morte, mas a literatura que para ele era a vida, indissolúvel. Ele mesmo afirmava que “é necessário viver para poder escrever”, e na verdade a maior parte da sua obra predomina os pontos autobiográficos, transformados em crônicas românticas de fato realmente acontecidas.
Talvez este fim fosse para fazer de toda a sua vida um romance.
O seu livro mais bonito é sem dúvida “O Pequeno Príncipe”, a fábula dedicada ao amigo Léon Werth, mas não ao amigo adulto, mas ao amigo menino, uma dedicatória retroativa, um texto para a infância que perdura em cada idade.

Bibliografia

O Aviador ---1926 ---- (L'Aviateur)
Correio do Sul ---1929--- (Corrier-Sud) -( filme 1937, dir. Robert Bresseo )
Voou Noturno ---1931---(Vole de nuit) -( filme 1933, dir. Clarence Brown , con John Barrymore , Clark Gable , Helen Hayes, Myrna Loy e Lionel Barrymore)
Terra dos Homens---1939---(Terre des hommes)
Piloto de Guerra---1942---(Pilote de guerre)
Carta a um Refém---1943---(Lettre a un otage)
O Pequeno Príncipe---1943---(Le Petit Prince)
A Cidadela---1948---(La Citadelle)

sábado, 20 de junho de 2009

Miniatura


Titulo: O Pequeno Príncipe
Língua: Portuquês
Pais: Peru
Editora: Los Libros Más Pequeños del Mundo
Tradução: Rosangela Oliveira
Ano:2008

ISBN 9972-206-65-3

República Dominicana


Titulo: El Principito
Língua: Espanhol
Pais: República Dominicana
Editora:Geminis Editora
Tradução:
Ano:

terça-feira, 9 de junho de 2009

Os nomes do Pequeno Príncipe pelo mundo

Lista de curiosos nomes que o livro do aviador assumiu por todo o Mundo. Alguns dos nomes estão deturpados pela questão dos caracteres. Os nomes das línguas e dialectos foram submetidos a uma tentativa de tradução que nem sempre correu bem. Inventei um bocado em alguns e deixei outros como estavam na versão francesa.Vamos começar pelos mais óbvios.
Le Petit Prince, Francês
The Little Prince, Inglês
El principito, Español
O Principezinho, Português (POR)
O Pequeno Principe, Português (BRA)
Der Kleine Prinz, Alemão
Il piccolo Principe, Italiano
Mas, na França, terra mãe do livro, podem-se encontrar versões como:
D'r klein Prinz, Alsaciano
Ar Prins Bihan, Bretão
U Principellu, Corso
Lo Prinçòt, Gascão
Lo Princilhon, Languedoquenho
Lou Pichot Prince, Provençal
E na Espanha:
O Prenzipet, Aragonês
El Principin, Asturiano
Printze Txikia, Basco
El Petit Princep, Catalão
El Prencipinu, Estremanho
O Principino, Galego
E na Alemanha:
Dr Chlei Prinz, Badisch-Alammanisch
Da Kloa Prinz, Bávaro
Der Klaa Prinz, Franco
De Klaane Prinz, Hasso
DÃ Kleine Prinz, Hop Keinshe
De KlÃne Prinz, Palatino
De LÃtte Prinz, Plattedeutsch
De glÃÃn Brins, Saarlândico
Dr kleine Prinz, Schwablish
Der Klane Prinz, Weanerish
Der Kleyner Prints, Yidish
E na Itália:Le Pice Prinz, Badiotal
Princep Picini, Bergamasco
Lo Petsou Prince, Franco-Provençal
Il Picul Princip, FrioulanL
Pitl Prinz, Gherdaina
O Princepe Piccerillo, Napolitano
El Pchi PrinsÃ, Occitano do Piemonte
Ël Cit Prinsi, Piemontês
Su Prinzipeddu, Sardo
E no Reino Unido não se fala só inglês:
An Prionsa Beag, Gaélico
Y Yywysog Bach, Galês
Na nossa amiga Holanda, para além doDe Kleine Prins, Holandês
Também há as versões
De Lytse Prins, Frísio
T' Prinske, Limburguês
Prosseguindo a tournée pela Europa, vamos a Norte encontrar:
Litli Prinsinn, Islandês
Mazasis Prinsas, Lituano
Mazais Princis, Letão
VaÃke Prints, Estónio
Den Lille Prins, Dinamarquês
Lille Prinsen, Sueco
Pikku Prinssi, Finlandês
Den Lille Prinsen, Norueguês
Mas a Finlândia não se fica por aqui. Ainda há:
Uccà Priinsas, Innari-sami
BÃ s Prinssas, Lapão
U'cc Priinsâz, Sami
A Suiça dá-nos a conhecer:
Igl Pitschen Prenci, Romanche Surmiran
Il Prenci Pignet, Romanche Sursilvan
Il Pitschen Prinzi, Romanche, Vallader
A Leste, vamos descobrir mais Principezinhos, alguns deles com título igual:
Mali Princ, Bósnio
Mali Princ, Esloveno
Mali Princ, Croata
Mali Princ, Croata Burgenlandês
Maly Princ, Eslovaco
Maly Princ, Checo
Maliot Prints, Macedónio
A Kis Herceg, Húngaro
O Cino Krajoro, Cigano
Micul Print, Romeno
Micul Print, Moldavo
Malkiiat Prints, Búlgaro
Maly Ksiaze, Polaco
Malenkyj princ, Ucraniano
Malenjki Prynts, Bielorusso
Malien Kii Prints, Russo
Neni Prints, Tártaro
Continuando, descendo pela via Sul que leva à Ásia:
O Mikros Prinkipas, Grego
KÃÃuk Prens, Turco
Kitshinekey Prints, Kazaque
Kithkina Shahzoda, Uzbeque
Kitshidshijk Shazada, Turquemeno
Kitshinekey Hanzada, Kirguiz
E na tradicional Ásia:
XiÃo WÃ ngzi, Chinês
GyÃlrà TchÃndjÃn, Tibetano
Byatskhan KhÃn Taiydzh, Mongol
Hosi no Ooji-sama, Japonês
Orin Wangja, Coreano
Nannhà ShÃhzÃdeh, Ourdou
Phutche Rajkumar, Nepalês
Mintha Le, Birmanês
Jâan Chaai Nooi, Tailandês
Câu Hoang Com, Vietnamita
Preah Ang Mchas Toch, Khmer
PangÃran Kecil, Indonésio
Ang Munting Prinsipe, Tagalog
Só na Índia, vejam a quantidade de traduções:
Khude Rajkumar, Bengali
Chota Rajkumar, Hindi
Putta Râjakumâr, Canara
Mânakulo Râjakunvara, Konkani
Kochu RâjakumÃran, Malaio
Râjakumâr, Marathi
Râjakumâr, Oryiha
Bâl Râj-kumâr, Punjabi
Kutti Ilavarasan, Tamoul
Chinnari Rakumâduru, Talougou
Voltando atrás, chegamos ao Médio Oriente:
Prans-e-Kuchek, Persa
Kicik Prins, Azeri
Shahriâr Kudzhulu, Persa Nilofar
Al-âmÃr As-saghÃr, Árabe
Ha-nasikh Ha-katan, Hebreu
E seguimos para África:
Nyathin Wo Rwoth Manok, Alur
Die Klein Prinsie, Afrikaans
Ilay Andriandaly Kely, Malgache
Até chegarmos à América do Sul:
Auquicu, Quechua
Mitãmi, Guarani
E ainda, para finalizar,
La Eta Princo, Esperanto
El Picole Princip, Interlingua
Regulus (Vel Pueri Soli Sapiunt), Latim

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Homenagem às vitimas do voo 447 da Air France

Neste momento de comoção, o blog “Minha Coleção do pequeno Príncipe”, presta uma singela Homenagem às vitimas do voo 447 da Air France
Le Petit prince
Il tomba doucement comme tombe un arbre. Ça ne fit même pas de bruit, à cause du sable.
Il Piccolo Principe
Cadde dolcemente come cade un albero. Non fece neppure rumore sulla sabbia.
The Little prince
He fell as gently as a tree falls. There was not even any sound, because of the sand.
El Principito
Quedó un instante inmóvil, sin exhalar un grito. Luego cayó lentamente como cae un árbol, sin hacer el menor ruido en la arena.
Der kleine Prinz
Er fiel sachte, wie ein Blatt fällt. Ohne das leiseste Geräusch fiel er in den Sand.
Ο μικρός πρίγκιπας
Κι ούτε έκανε κάποιο θόρυβο, καθώς είχε πέσει πάνω στην άμμο.
O Pequeno Príncipe
Tombou devagarinho como tomba uma árvore nem fez sequer barulho, por causa da areia.
E todos o guizos então se transformaram em lágrimas!...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

CHINA



Titulo:Xiao wàngzi / Yejian Feixing
Língua:Chinês
Pais:China
Editora:Lianhuanhua Chubanshe (Beijing)(Pequim)
Tradução:Bā Yuè
Ano: 2006
I.S.B.N:7-5056-0770-7

A língua chinesa
A língua chinesa é um idioma (ou família de línguas) que pertence ao ramo sino-tibetano. Aproximadamente a quinta parte dos habitantes da Terra fala alguma forma de chinês como língua materna, tornando a língua chinesa a mais falada no planeta, embora não seja a mais difundida.
É uma língua tonal, isolante e, basicamente, monossilábica, tendendo ao monossilabismo principalmente na variante escrita, enquanto as variantes faladas (notoriamente o mandarim) costumam fazer amplo uso de palavras dissilábicas e polissilábicas. As raízes lexicais são, no entanto, todas monossilábicas.
Escrita
A língua chinesa, em todas suas variantes, é escrita com logogramas. Com a complexidade e variedade de objetos a serem nomeados, muitos acabam sendo designados por mais de um logograma, de modo que os caracteres postos um ao lado do outro geram um novo significado. Os chineses usam este sistema com espírito e criatividade, como por exemplo representando o conceito de " inquietude" ou "inquieto" colocando juntos os ideogramas "cavalo" e "pulga".
Dialetos
A língua chinesa apresenta grande variedade de dialetos, sendo tamanha a diferença entre eles a ponto de muitos serem incompreensíveis entre si. O idioma mantém a unidade por causa da origem genética comum, e pelo fato de a escrita ser comum a todos eles, transcrevendo idéias (ou melhor, palavras), e não sons. Os principais dialetos do chinês são o mandarim, considerado oficial Beijing é teoricamente falado em toda China, incluindo Taiwan ou ilha da Formosa, o cantonês é falado em Hong Kong, Macau e Cantão; o sichuanês, falado no centro da China (região de Sichuan e Chongqing); e o hakka, falado na porção mais ocidental da China, próxima à fronteira com o Afeganistão.
Gramática
O idioma chinês é um idioma basicamente monossilábico: cada raiz é formada de apenas uma sílaba. As palavras, que podem ser formadas por uma, duas ou mais raízes, sendo, portando, mono-, di-, trissilábicas etc., não são flexionadas; as definições de singular, plural, superlativo, posse etc. são definidas, quando o são, por vários meios (partículas, advérbios, construções sintáticas especiais etc.). Não existe flexão de gênero, número, caso, tempo etc. Também não existem artigos.
Sistema de escrita
A escrita chinesa é caracterizada pela ausência de um alfabeto. No idioma chinês, os grafemas (símbolos ou ideogramas) não transcrevem fonemas, mas significados, e cada grafema pode ser pronunciado de uma forma completamente diferente de acordo com o dialeto. Cada grafema isolado é lido como uma sílaba diferente e, para formá-los, muitas vezes se utilizam elementos diferentes. Por exemplo: para se representar a idéia de "brilho" (明), o grafema combina os das idéias "sol" (日) e "lua" (月). Para representar uma floresta, faz-se o desenho de duas árvores (林) e assim por diante. Quando a palavra tem duas sílabas, cada idéia que a compõe é representada num grafema diferente. Por exemplo, a palavra "computador" (電腦) é representada com as palavras "eletricidade" (電) e "cérebro" (腦).

quinta-feira, 21 de maio de 2009

À LÈON WERTH

Quem era LÉON WERTH, o amigo a quem Saint-Exupéry dedicou o seu livro? Léon era um ensaísta e novelista Frances. Era vinte e dois anos mais velhos que Saint-Exupery, autor de vários livros. Léon era o oposto de Saint-Exupéry. Quando Exupéry escreveu o Pequeno Príncipe em New York, (onde estava exilado por causa da segunda guerra mundial) ele estava pensando nos seus amigos que ficaram na frança e passavam por privações como todos os franceses durante a ocupação. “... essa pessoa mora na frança, onde tem fome e frio. Ela precisa de consolo.” Exupéry nesta ocasião, disse que se não era possível para ele retirar os amigos da França, o que ele podia fazer era juntar-se à eles. E isto foi feito. E assim morreu em uma missão, no seu último vôo. Desapareceu sem deixar vestígios. “tombou devagarinho como uma árvore tomba”. Léon Werth disse no final da guerra: “_ a Paz sem Tonio (Exupéry) não é inteiramente a Paz.” Ele só foi tomar conhecimento do livro cinco meses após a morte do amigo, quando lhe entregaram uma edição especial.
Eu também tenho dois amigos. Um mora na Itália, o outro mora aqui mesmo. Apesar das distâncias, são eles que me consolam e é para eles que eu dedico este mergulho no mundo do Pequeno Príncipe que estou fazendo: Para Paolo e Magela, amigos que cabem dentro do meu coração.