Entre a memória e a
eternidade: Saint-Exupéry
Neste post, convido os
leitores a percorrer algumas páginas da vida e da memória de Antoine de
Saint-Exupéry.
Começamos pela sua
certidão de nascimento, registrada em 29 de junho de 1900, marco inicial da
trajetória daquele que viria a encantar gerações com "O Pequeno
Príncipe".
Em seguida, apresento um
raro convite para a missa celebrada em Nova Iorque, em 25 de novembro de 1945,
pela alma do comandante Antoine de Saint-Exupéry, desaparecido em missão sobre
a França em 31 de julho de 1944. O documento, assinado por sua viúva, Consuelo
de Saint-Exupéry, revela a emoção e a esperança que ainda cercavam sua memória
pouco mais de um ano após seu desaparecimento.
A terceira parte é
dedicada a Consuelo, musa, companheira e inspiração de tantas páginas da obra
exuperiana. Nela vemos seu retrato, pintado em Nova Iorque, em 1942, pelo
artista americano Emlen Etting, além de um delicado desenho do Pequeno Príncipe
realizado por ela própria.
Por fim, compartilho uma
oração escrita por Saint-Exupéry, em tradução que realizei para o português.
Nela encontramos não apenas o escritor e aviador, mas também o homem que
buscava sentido, fraternidade e transcendência em meio às inquietações do seu tempo.
Uma pequena viagem por
documentos, imagens e palavras que ajudam a compreender melhor o homem por trás
do mito.

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